sábado, maio 31, 2008

chorei vendo a final do soletrando (oi? luciano huck? é, esse mesmo.)

o mino era pobrinho e ganhou 100 mil pra estudar. lindo demais gente!

vocês vêem, eu tenho coração também.

/me com a pança cheia. e soninho. tô até fazendo manha, levantando o pescoço e mostrando a barriga pra fazerem carinho.

fotos da família feliz:






as gatas do apto 04 fazendo uma naninha na cama do papi

aqui fazendo almoco de domingo em família
(olha a cara... de boiiiiinha de tudo - tirem os toxicos dessa casa hahahaha. esse dia a gente tava temática. eu tava de jackie onassis, ela de where have all the cowboys gone, a cris eu não lembro e a daysee de gata)

sexta-feira, maio 30, 2008

de repente pensar que a resposta para tudo seria que eu sou de outro planeta tornou tudo tão chato e monótono que acho que eu prefiro pagar a terapia mesmo.

outro dia estava vendo tv com a aline e alguém estava falando "você nunca se perguntou da onde veio, para que veio, qual o motivo de sua existência, para onde vai, qual a razão de tudo?" aí eu gritei, indignada "ah meu, quem se faz esse tipo de pergunta absurda????" e a aline disse "ah, até eu já fiz..."

eu nunca fiz. eu nem me importo em saber a razão de tudo. ficar perguntando o pra que das coisas. aonde as pessoas querem chegar com esse tipo de pergunta? ao conhecimento absoluto? helloo???? BORING!
"Tenho vontade de escrever uma história onde seja preciso conhecer bem o interior dos personagens para entender os conflitos e a trama.

Por exemplo: o cara sempre vai ao analista dizer que se sente deslocado e, no fim, descobre que veio de outro planeta."

(retirado de http://agentelaranja.blogspot.com)

paulala diz:
vou parar de pagar a terapia, merda.

Saci Lulu diz:
boraê voltar pra casa de foguete?

terça-feira, maio 27, 2008

[conversa non sense]

paulala diz:
amor, quero ir ver o jogo no boteco amanhã! hahahah
Aline diz:
q jogo?
Aline diz:
a gente vai
paulala diz:
do fluminense, agora que eu sou flu, sabe

sábado, maio 24, 2008

fomos pra praia.

família davies (que é daquele jeito, tudo enrolado, meio perdido), chefiada pela debbie-a-mãe-que-toma-cerveja-e-ronca, seguida pelos pimpolhos paula-a-excentrica-que-bebe e pedro-o-adolescente-mau-humorado-que-odeia-as-pimpolhas-da-outra-familia; e família rodrigues (que é tudo doido), chefiada pelo antonio-o-sabe-tudo-namorado-da-mãe, seguida pelos pimpolhos daniel-o-caçula-fresco, juliana-a-hiperativa-que-não-fica-quieta-um-segundo-sequer e gabriela-a-que-acha-que-é-madame-e-leva-um-amigo-bicha-a-tiracolo. ou seja, um pior que o outro, e o pior: todos juntos.

claro, a farofa. cadeiras, guarda-sois, 30 tubos de protetor solar, 5 toalhas e dois isopores: um com refrigerante gelado e um com cerveja gelada. a quantidade de gente que tomava refrigerante era pelo menos o dobro da que tomava cerveja, mas mesmo assim levamos mais cervejas que refris, como é o certo em toda família normal.

ah, como pude esquecer. a bola. sempre chutada na família ao lado.

tomei cerveja, comi amendoim, conversei sobre o fluminense com estranhos, joguei futebol já meio bêbada e cai na areia 200 vezes, tomei banho de mar na água gostosa da barra. limpei com água e sal grosso direto da fonte toda aquela creca cinza de são paulo (tava quente, um dia lindo de sol).

terminamos o dia comendo aquela picanha marvada e eu dormindo no carro na volta para casa.

isso que é família feliz.

ps: são 10 horas, eu estou morta e terei dificuldades para dormir porque obviamente eu não passei protetor solar direito e estou dolorida.

ps 2: parabéns, eu não fiz caipirinhas e portanto não ganhei manchas de limão ao sol!

ps 3: eu não trocaria esse sábado por emprego nenhum, por quantidade de dinheiro nenhuma.

ps 4: porque tem gente que não gosta de reuniões familiares?

quinta-feira, maio 22, 2008

[no rio-de-janeiro-continua-lindo]


passei o dia transpirando minha febre,

(dormi)

tentando encontrar um ponto de encontro entre os meus fragmentos, que as vezes se repelem, se desequilibram, se desentendem. tentando do meu desejo de te desejar que surgisse o seu desejo de ser desejada. querendo que o seu desejo de ser desejada sustentasse pra sempre o meu desejo de te desejar, ou que pelo menos um não dependesse do outro, mas que de alguma forma eu fosse capaz de chegar até o fim, eu terminasse algo que comecei e tivesse o merecido gozo final, que talvez pudesse ser chamado de "a felicidade completa" ou "o motivo de existir" ou "tudo só acaba quando termina" ou "isso é tudo, minha gente?".

o jornal disse que colapsar é cair sobre si mesmo. o corpo não aguenta de tanta gravidade e nem a luz é capaz de escapar.

colapsei.

sou fragmentos que não escapam, não organizados, que mal configuram um todo, um todo bruto, não lapidado e tão bonito quanto




acordei, ensopada de suor.


a febre tinha passado.

domingo, maio 18, 2008

as vezes as coisas parecem que estão tão perfeitas que até dói. mesmo.

hoje doeu. porque ontem eu passei o dia com pessoas que são maravilhosas. meu irmão veio pra são paulo, minha irmã apareceu aqui e nós comemos juntos. depois fui pra uma festa ótima, com pessoas ótimas. cheguei em casa, dormi ótimamente bem na minha cama que é deliciosa demais. acordei, fui comprar pão com a aline, que é tipo meu irmão/marido-sem-sexo hahaha de tanto que eu gosto dela. tomei café preto gostoso lendo o jornal no sol. chegou minha tia, primos, tio, irmãos, cuinhado. dei um almoço de família improvisado aqui em casa, que é a minha casa, que é acolhedora, aconchegante, deliciosa. fui passear com os irmãos na feirinha de artesanato, vi uma coisa mais linda que a outra, comprei um presentinho pra mamãe que eu sei que ela vai adorar. fomos na fnac, namoramos gadgets tecnológicos caríssimos, voltamos. tirei uma sonequinha, vou ver tv, ler meu livro e dormir.

às vezes eu não me aguento na minha própria felicidade, e parece que vou explodir.