sexta-feira, janeiro 17, 2014

Em tempos de Azul é a Cor Mais Quente, vale o comentário que é primeiro filme que assisto que é melhor que o livro no qual foi inspirado. Melhor mesmo. Bem melhor. Quase um milagre, que pegou uma história de amor cafona e comum e transformou numa história existencialista de auto conhecimento e amadurecimento.

quarta-feira, outubro 16, 2013

idas e voltas

A gente volta e parece que tudo meio que ficou do jeito que estava, indo para o caminho que já estava indo, enquanto a gente mesmo virou do avesso, expandiu, retraiu, mudou de tantas formas que demora a fazer sentido voltar para aquele mesmo caminho.



segunda-feira, maio 20, 2013

a vida não pode ser substituída por um item contido nela mesma.



Substitua a expressão "A pasta 'legendas' " pela expressão de sua preferência.



quarta-feira, abril 10, 2013

domingo, outubro 14, 2012

sobre cafés e águas


quarta-feira, outubro 10, 2012

laboratório de porifera

no caminho do laboratório de conservação tem o laboratório de poríferas. o corredor cheira a algum químico, que eu não sei qual é. talvez formol, por conta do laboratório de taxidermia logo mais a frente.

as vezes o lab de taxidermia está aberto, e eu passo bem rápido pra nem ter curiosidade de olhar.

mas o lab de porifera, não sei porque, mas ele meio que me fascina. eu perco um certo tempo da minha vida pensando nisso.

sempre que eu passo por ele, fico namorando essa placa. hoje eu saquei o celular muito rápido pra poder tirar essa foto, e ninguém ver. tenho vergonha que as pessoas percebam essa minha atração.

essa porta está sempre fechada. nunca vi ele por dentro. fico imaginando o que tem lá. na minha cabeça são várias prateleiras, com seres vivos em forma de cacto, mas feito de esponja (igual a de banho), meio se mexendo como se estivessem na água. cientistas e pesquisadores ficam lá, com o bisturi, dissecando as poríferas, elas gritando, escorrendo sangue poriferal no chão, enquanto eles descobrem segredos do fundo do mar.

ou também penso que pode ser um lugar com um monte de prateleiras a meia luz, com vários vidros cheios de álcool e seres humanos inteiros boiando, enquanto as poríferas de jaleco e bisturi na mão ficam dissecando cada partinha dos corpos dentro dos vidros. afinal, o laboratório é delas, elas que mandam. por isso nem tento entrar lá, tenho medo de nunca mais sair. aí quando tem visita das escolas dos porífinhos, os curadores do laboratório de porífera falam "pessoal, esse é um exemplar de ser humano da época do D. João VI, recolhido pelo rei porífero por si. ele era um grande colecionador dessa espécime".

segunda-feira, outubro 08, 2012

café pra encharcar a angústia

sol pra esconder a tristeza