sexta-feira, outubro 28, 2005

to doente. faz dias. rouca. tosse. falta de ar. asma. sei lá.

um dia acordei ruim e pensei "porra, to doente e ainda to sozinha, sem ninguém pra cuidar de mim". ai logo eu pensei que mesmo qdo eu não tava sozinha não cuidavam de mim, então, na verdade dava no mesmo. fiz café e sai.

consolaçao, quiet down, i need to make a sound.

segunda-feira, outubro 24, 2005

[london quiet down i need to make a sound]

eu gostei da mia. ninguem gostou, tadinha, só pq ela é zuada. eu gostei justamente pq ela é zuada, fica cansada, perde a voz, da uns gritão... adorei... adoro gente zuada.

[arcade fire liberta]

foi lindo. tudo lindo. as cores, as letrinhas escrito "arcade fire", as pessoas. tudo. foi uma perturbação até começar, mas depois... parece que tudo foi. parece que tuuuuudo está no seu caminho. o futuro é tão promissor, as coisas só tendem a dar certo. os bons ventos do arcade fire abriram as minhas perspectivas.

só falta estar leve de novo.

[strokes]

não podia terminar o show de modo melhor. e não é que o casablancas lá é uma simpatia? a partir de agora eu tb vou ser uma simpatia. vc ganha todo mundo.

e o que foi abrir com the end has no end? parabens pras bandas que sabem começar um show.



nada como um bom show pra lavar a alma. ufa.

domingo, setembro 25, 2005

O que uma impressora falou pra outra?
- Esse papel aí... é seu, ou é impressão minha?

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Maria ganhou uma régua. Qual o nome da série?

Mede, Maria.

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dois ratinhos estavam conversando. um deles se chamava zé, e fumava. ele encostou a ponta do cigarro no amigo. qual o nome do desenho?

me queimou zé!!!

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O cara tinha um gato chamado Tido.
Tido dormia num cesto. Um dia o dono do Tido chegou e ele não estava no cesto.
Qual o filme?

O cesto sem Tido

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uma mulher vai no ratinho e e prova q o pai do filho dela é um americano qual o nome do filme?
american pai

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o cara chega no hospital e ve um girasol vestido de medico... como se chama o filme???!?!

plantao médico



HAHAHAHAHAHAAHAHAHAHAHAAAAAAAHAHAHAHHAHAAAA

ok, eu sei que provavelmente só eu acho graça, mas fazia tempo que eu não ria tanto
narina, dá pra vc vir logo pra sp pra me fazer rir? hahahaha to com saudades de vc nega do meu coração.
one shot, one choice.

Senta, vou te contar uma história. Era uma vez uma menina. Aí ela se apaixonou por outra menina, mas se apaixonou de verdade. Elas se conheceram e já se amaram, como nunca duas pessoas no mundo haviam se amado. Trocaram confidencias no meio na noite, solitárias uma no abraço da outra. Juraram lealdade e cumplicidade. Juraram ficar juntas para sempre. Combinaram a casa aonde iriam morar, combinaram os filhos que iam ter. Falaram sobre as dores que iam passar, os sofrimentos que iam se causar e se compreenderam. Ou achavam que tinham. Aí um dia (era inverno) essa menina, objeto de sua paixão infinita, disse adeus. A menina que tomou o fora passou dias e noites dormindo (porque assim o tempo passava mais rápido). Passou dias e noites chorando (porque a vontade de gritar era tanta que se transformava em lágrimas).

Até que um dia ela percebeu que o que a outra menina tinha dito na verdade foi "adeus, não sou forte o suficiente para te dar o que você precisa. adeus, porque eu não sou forte o suficiente para tentar." Aí nesse dia ela ficou com tanta raiva (de si mesma), porque ela tinha se jogado de cabeça enquanto os outros simplesmente paravam para pensar. E se deu conta que não queria esperar ninguém pensar. Que na verdade ela não acreditava nisso, em pensar. Porque amor é amor. Amor se sente, não se pensa. Amor de verdade te leva, sem nem você nem perceber que foi. E isso deixou ela com mais raiva ainda, porque ela tinha ido pra um lugar que ela nem queria ir e nem tinha percebido. Ela tinha assumido toda uma culpa e uma sensação de inferioridade que não lhe pertenciam. Que agora ela mal conseguia andar com a cabeça erguida na rua.

Aí chegou a primavera. E no fim daquela tarde, o sol, antes de se por, lhe disse "Filha, faz um favor pro mundo e levanta essa tua cabeça, que quem anda com a cabeça baixa fica corcunda. Acaba com esse teu sofrimento". Aí ela respondeu pro sol que tem gente que não nasceu pra esse mundo, e que ela era uma dessas. Decidiu então acabar com seu sofrimento. E quando chegou em casa ela foi de fininho no quarto do pai e pegou aquela .38 velha guardada na ultima gaveta do criado mudo. E carregou com a única bala que tinha. E ligou praquela que tinha lhe dado o fora. E quando esta chegou em sua casa, ela lhe disse "senta, vou te contar uma história". Ela tinha combinado consigo mesmo que ao fim da história ia por destino naquela bala. Pois é, a história acaba aqui. E mesmo que esse mundo não seja pra mim, vou ficar um pouco mais. Por isso quem morre é você.

terça-feira, setembro 13, 2005

[when i was a teenage whore]

Queria conseguir agora chorar toda a tristeza do meu corpo, queria que toda mágoa se transformasse em lágrimas e suor e sangue e fosse expelida de mim. Queria não estar com o coração apertado, não querer dormir para sempre. Queria voltar a olhar o mundo por aquela outra perspectiva, aquela dos dias mornos e ensolarados, do sorriso sem motivo, da felicidade gratuita. Queria que agora meus dias não fossem tão cinzas e minha vida tão blue. Queria entender porque isso, porque faz uma diferença tão grande. Porque eu quero que seja algo pequeno e não é, NÃO É! Queria juntar meus mil pedaços espalhados pelo chão da sala de estar, desmoronada, desmontada, desolada, envergonhada, suja, triste. Principalmente triste.

Queria não ter te conhecido. Ou não ter me encantado. Ou que você não tivesse crescido, mudado, se distanciado. Porque realmente qualquer um se encanta com você.

segunda-feira, setembro 05, 2005

É. Vamos começar desde o começo. Pq há tanto dentro de mim, pq agora as teclas são vagas, agpra todo sentimento é vago, até pra mim, como passar isso pra vc? Vc ja sentiu isso? Vc consegue ver tudo isso nos meus olhos e ficar indiferente? E não se faça de desentendida agora, pq vc sabe o que tudo isso é pra vc. Pq isso, antes de tudo, é uma declaração de amor.

É, olha, o parágrafo, respira. Faça dessas pausas, verdadeiras. Sabe o cigarro que eu te pedi? Sabe as horas que em claro eu passei? Sabe todas as coisas que eu pensei? Não, você não sabe. Vc nao sabe das pausas q eu fiz pra saber como te dizer isso. Nao que eu saiba agora. E nao que agora eu esteja te dizendo alguma coisa. Eu só queria dizer que... Que eu me importo. E que eu sinto. E que as essas horas eu ja estou misturando meu emocional com tudo que eu quero dizer, e que isso não é mais um texto genérico sobre a vida, e que você é simplesmente a unica pessoa que consegue me fazer isso, na vida. Me fazer confundir tudo, e ficar meio assim, meio perdida, meio achada, meio com alguma coisa por alí. Meio sempre com alguma coisa na garganta. Até eu dormir. Ainda mais nos dias de chuva.

sábado, agosto 27, 2005

[sessão vamo falar sério]

- então, filha, vc não quer nada da vida? é isso?

- é... acho que eu não quero nada da vida não viu...