[estabilidade de dar medo]
de 2º a 6º o despertador toca as 6h50, as 7h, as 7h10, as 7h20 e, depois de achar que é impossível acordar de tão cansada que eu me sinto, eu consigo sair debaixo do cobertor, levantar da cama, e finalmente me sentir ótima e descansada. tomo meio copo de iogurte, enquanto ponho pra esquentar meia caneca de leite. quando a grá quer café tb, faço 1 caneca inteira, quando ela toma leite ninho misturado com água, eu faço só meia caneca pro meu café com leite. faço meu pãozinho: geralmente qualquer coisa com manteiga. termino de comer as 7h47, quando ainda está passando the new adventures of old christine. troco de roupa e banheiro: lavar o rosto, escovar os dentes, passar filtro solar (mentiria se falasse sobre arrumar o cabelo, geralmente esqueço completamente dele). coloco o tenis. pego meu almoço na geladeira, uma banana, um club social, um docinho, coloco tudo dentro da minha mochila. troco a areia do gato, coloco mais comida, mais água. pego a bicicleta e vou trabalhar. pedalo 4.5km pra ir e 4.5km pra voltar.
não fumo há muito tempo. não bebo exageradamente desde a virada cultural. durmo por volta das 23h todos os dias, e passo creme anti-olheiras. uso manteiga de cacau, filtro solar não oleoso, creme com filtro solar para as mãos. por dia eu como pelo menos 1 uma fruta (prefiro que seja mais), verduras e/ou legumes em pelo menos uma refeição e bebo pelo menos 2L de água. penso em comida balanceada: carboidrato, proteina, vitaminas, fibras, serotonina, cacau.
oi, quem sou eu?
is that all there is ? if that´s all there is my friend then let´s keep dancing...
terça-feira, maio 19, 2009
quinta-feira, maio 14, 2009
[hoje eu estou tão dolorida que estou comunicativa, rindo]
eu queria acreditar na justiça, na polícia e nessas coisas, pro ódio não ter que me corroer.
ontem me contaram que o vizinho que matou meus gatos (que matou mais um gato e chamou o moço da limpeza para tirar) perguntou na rua o que aconteceu com os gatos, e quando ouviu que eles tinham sumido ele riu e saiu andando calmamente de bicicleta.
isso me doeu de um jeito que parecia que só ia passar se eu batesse nele até ele sangrar, ou se eu fizesse ele chorar de verdade, ou sentir uma tristeza bem grande. e aí eu passei o resto da noite pensando em formas de fazer ele sofrer:
- jogar pedras nele quando ele passar de bicicleta na frente da minha casa
- arranhar o carro dele de madrugada
- ficar miando quando ele estiver por perto.
- chamar ele de assassino todas as vezes que não tiver ninguém por perto
e aí eu apaguei a luz, chorei um pouco quietinha na cama e dormi.
eu queria acreditar na justiça, na polícia e nessas coisas, pro ódio não ter que me corroer.
ontem me contaram que o vizinho que matou meus gatos (que matou mais um gato e chamou o moço da limpeza para tirar) perguntou na rua o que aconteceu com os gatos, e quando ouviu que eles tinham sumido ele riu e saiu andando calmamente de bicicleta.
isso me doeu de um jeito que parecia que só ia passar se eu batesse nele até ele sangrar, ou se eu fizesse ele chorar de verdade, ou sentir uma tristeza bem grande. e aí eu passei o resto da noite pensando em formas de fazer ele sofrer:
- jogar pedras nele quando ele passar de bicicleta na frente da minha casa
- arranhar o carro dele de madrugada
- ficar miando quando ele estiver por perto.
- chamar ele de assassino todas as vezes que não tiver ninguém por perto
e aí eu apaguei a luz, chorei um pouco quietinha na cama e dormi.
domingo, maio 10, 2009
[comentários sobre a folha de domingo]
- emociono ao ler reportagens de ciência e física (cadernos principal e mais). vi a galera indo reparar o hubble e me deu quase uma melancolia, de não ter seguido minha vontade inicial de ser astrônoma. ainda tenho que fazer física ou matemática nessa vida (realização pessoal gente, me deixa, hahahaha)
- documentário sobre o raul seixas na mônica bergamo: a coluna dela de dia de semana é SACAL, mas de domingo sempre é bacana. aliás, essa regra vale pro jornal inteiro, por isso só leio de domingo. tem uma parte da reportagem que fala de um amigo do raul, contando do dia que ele morreu, que quando ele contou a história e a diretora de arte do tal documentário sentou no chão e chorou. aí eu fiquei com muita vergonha e resolvi que tinha que falar sobre isso. não entendo essas coisas que as pessoas tem pelo raul seixas. gente, ele era um chapado sexista que se achava e falava da sociedade alternativa, OIEEEE, ele não foi o primeiro e nem será o último! aí o cara morre alcoolatra e drogado e neguinho chora de tristeza. ah vá.
- vange leonel na revista da folha: me dá uma coluna que não fica tão ruim quanto a "gls" dela. vange = calada noite preta, ponto final.
- datacasa na revista da folha: adoro, sempre quando estiver em dúvida de quanto pagar para o meu motorista particular ou pra minha cozinheira de trivial fino/variado, checo lá os valores em R$
- danuza leão no cotidiano: sou FÃ dela. já li vários livros e A-D-O-R-O, inclusive aquele de etiqueta, acho que chama "na sala com danuza". adoro que ela age como se gente rico fosse meio burro e tem que explicar tudo pra eles. tem um outro livro de crônicas dela que é ótimo tb. agora que ela ficou baranga, ficou. fato. e era tão bonitinha.
bom é isso. vou comprar meu presente de dia das mães, afinal né, a velha merece.
- emociono ao ler reportagens de ciência e física (cadernos principal e mais). vi a galera indo reparar o hubble e me deu quase uma melancolia, de não ter seguido minha vontade inicial de ser astrônoma. ainda tenho que fazer física ou matemática nessa vida (realização pessoal gente, me deixa, hahahaha)
- documentário sobre o raul seixas na mônica bergamo: a coluna dela de dia de semana é SACAL, mas de domingo sempre é bacana. aliás, essa regra vale pro jornal inteiro, por isso só leio de domingo. tem uma parte da reportagem que fala de um amigo do raul, contando do dia que ele morreu, que quando ele contou a história e a diretora de arte do tal documentário sentou no chão e chorou. aí eu fiquei com muita vergonha e resolvi que tinha que falar sobre isso. não entendo essas coisas que as pessoas tem pelo raul seixas. gente, ele era um chapado sexista que se achava e falava da sociedade alternativa, OIEEEE, ele não foi o primeiro e nem será o último! aí o cara morre alcoolatra e drogado e neguinho chora de tristeza. ah vá.
- vange leonel na revista da folha: me dá uma coluna que não fica tão ruim quanto a "gls" dela. vange = calada noite preta, ponto final.
- datacasa na revista da folha: adoro, sempre quando estiver em dúvida de quanto pagar para o meu motorista particular ou pra minha cozinheira de trivial fino/variado, checo lá os valores em R$
- danuza leão no cotidiano: sou FÃ dela. já li vários livros e A-D-O-R-O, inclusive aquele de etiqueta, acho que chama "na sala com danuza". adoro que ela age como se gente rico fosse meio burro e tem que explicar tudo pra eles. tem um outro livro de crônicas dela que é ótimo tb. agora que ela ficou baranga, ficou. fato. e era tão bonitinha.
bom é isso. vou comprar meu presente de dia das mães, afinal né, a velha merece.
sábado, maio 09, 2009
eu tenho um problema de sociabilidade. quando eu fico perto dos outros eu tenho vontade de enfiar a cabeça dentro da terra. fico toda hora pensando que se eu estivesse em casa ou sozinha seria muito mais legal. eu sei que não é certo, pq as pessoas são legais também, mas eu acho que tenho problemas.
meu vizinho matou meus dois gatos. essas aí de cima. ele ameaçou algumas vezes. e aí um dia elas sumiram. nem o corpinho delas foi achado.
in memorian de filé miau e lisa maria.
acho que por essas e outras eu sou perdoada por não gostar das pessoas em geral.
meu vizinho matou meus dois gatos. essas aí de cima. ele ameaçou algumas vezes. e aí um dia elas sumiram. nem o corpinho delas foi achado.
in memorian de filé miau e lisa maria.
acho que por essas e outras eu sou perdoada por não gostar das pessoas em geral.
sexta-feira, abril 24, 2009
[das grandes mentiras]

tô melancólica hoje. acho que é a chuvinha.
tô lendo um livro. vou contar a história em algumas linhas.
mocinho larga mocinha porque ela era muito chata e blase, mas quando está longe dela, descobre que morre de saudades dela, mesmo ela só reclamando e se achando.
aí ele conhece uma outra pessoa que mostra pra ele que, aos olhos de um qualquer, a mocinha dele é igual a qualquer outra do mundo, mas para ele, ela é a mais importante do mundo, pois ele foi "apprivoise" por ela.
aí essa pessoa explica para o mocinho o que é apprivoiser, e como se apprivoise uma pessoa. que ele deve apenas olhar, não falar nada. que ele deve vir visita-la na mesma hora sempre (ai vem a celebre frase: "se vc disser que vem as 4h, as 3h já começo a ficar feliz"). que a vida é entediante, e quando se está apprivoisée tudo fica ensolarado.
duas remarcas:
1. troque esses personagens por um pequeno principe, uma rosa e uma raposa e você tem o livro do exupéry.
2. apprivoiser, palavra utilizada no livro original em francês, quer dizer domesticar. (pra vcs verem que nem fui eu que inventei essa metáfora).

tô melancólica hoje. acho que é a chuvinha.
tô lendo um livro. vou contar a história em algumas linhas.
mocinho larga mocinha porque ela era muito chata e blase, mas quando está longe dela, descobre que morre de saudades dela, mesmo ela só reclamando e se achando.
aí ele conhece uma outra pessoa que mostra pra ele que, aos olhos de um qualquer, a mocinha dele é igual a qualquer outra do mundo, mas para ele, ela é a mais importante do mundo, pois ele foi "apprivoise" por ela.
aí essa pessoa explica para o mocinho o que é apprivoiser, e como se apprivoise uma pessoa. que ele deve apenas olhar, não falar nada. que ele deve vir visita-la na mesma hora sempre (ai vem a celebre frase: "se vc disser que vem as 4h, as 3h já começo a ficar feliz"). que a vida é entediante, e quando se está apprivoisée tudo fica ensolarado.
duas remarcas:
1. troque esses personagens por um pequeno principe, uma rosa e uma raposa e você tem o livro do exupéry.
2. apprivoiser, palavra utilizada no livro original em francês, quer dizer domesticar. (pra vcs verem que nem fui eu que inventei essa metáfora).
sábado, abril 18, 2009
ando com uma coisa assim que fica me incomodando e me cutucando e eu não sei o que exatamente essa dor de cabeça chata eterna que vem me acompanhando, e tem algumas coisas que me dão frio na barriga e que eu não sei explicar direito, aí eu resolvi inventar uma pessoa que não era eu na verdade, mas era, a diferença que é sempre mais legal viver na ficção do que na vida real, que daí a gente escolhe nossa roupa e o lugar onde a gente vive. então, aí meu alter-eu vive na idade média e é um forjador de bicos de penas, e meu nome é simone de au revoir, porque ela tá sempre indo embora.
e ela/ele (tenho problemas com identidade de gênero) é um forjador de idéias alheias, é quem dá a forma de algo que vai dar a forma de toda ficção que existe no reino (pq é obvio que ela vive num reino né, na idade média, um reino de muito longe, e quando ela está muito exausta ela toma sopa com leite e pão, e quando tá triste, ou tá feliz, toma vinho ou cerveja na taverna, numa caneca de madeira).
e mesmo criando milhões de tipos de penas, de todas as formas, preços e vontades, a que ele realmente gosta é uma bem vagabunda, de um cabo de madeira que fica no fundo da gaveta e ninguém nunca pega porque é muito velha, muito gasta, e é a que conta a história.
e é isso aí chega por hoje que a dor de cabeça só aumenta.
e ela/ele (tenho problemas com identidade de gênero) é um forjador de idéias alheias, é quem dá a forma de algo que vai dar a forma de toda ficção que existe no reino (pq é obvio que ela vive num reino né, na idade média, um reino de muito longe, e quando ela está muito exausta ela toma sopa com leite e pão, e quando tá triste, ou tá feliz, toma vinho ou cerveja na taverna, numa caneca de madeira).
e mesmo criando milhões de tipos de penas, de todas as formas, preços e vontades, a que ele realmente gosta é uma bem vagabunda, de um cabo de madeira que fica no fundo da gaveta e ninguém nunca pega porque é muito velha, muito gasta, e é a que conta a história.
e é isso aí chega por hoje que a dor de cabeça só aumenta.
quarta-feira, abril 15, 2009
muito tempo se passou desde que parecia que eu tinha tempo sobrando, e eu ficava com raiva de ter alguma noite desperdiçada pelo trabalho. agora o comum é trabalhar, e ter uma noite de folga na vida e outra na morte, e não ter tempo de fazer nada, não ter tempo de ler, nem de escrever nem de ver meu seriado preferido.
acho que gosto de trabalhar, mas me consome.
o problema de trabalhar é conhecer as pessoas muito de perto. desencanta. quero conseguir manter meu trabalho longe e separado dos meus hobbies: como viver se desencantando com um hobbie? não consigo.
ando me sentindo meio assim, em dúvida. sempre qdo acontece alguma coisa, ou eu brigo com alguém, eu fico na dúvida, se eu que errei, se eu fiz algo errado, se eu simplesmente sou cabeça dura. aí eu não sei. tendo a pensar que sempre eu que errei, mas esse é um fardo grande pra se carregar. aí tento ponderar. mas sempre é difícil.
eu gosto do silêncio e da quietude as vezes. gosto daquelas coisas que só eu entendo.
esse post na verdade é sintomático que eu estou sentindo falta de tempo pra mim, estou ciumenta dos outros, porque eu tenho tempo pra todos eles, menos pra mim. não vou viajar esse feriado. vou ficar em são paulo, vou fazer meus exercícios de edição, vou escrever e vou ler.
oi paula, você pode me dar atenção um pouco?
engraçado que em geral as pessoas acham que a gente tá estranho quando a gente tá introspectivo. eu acho que estranho é nunca estar introspectivo.
quaneo eu tinha 15 anos minha mãe disse que eu precisava fazer terapia porque eu era muito introspectiva. e eu era mesmo. mas não acho que isso seja caso de terapia. acho que isso é um pouco de saber lidar consigo mesmo. eu lembro que qdo eu estudava em campinas eu passava os dias passeando sozinha pelo campus, ficava nas bibliotecas de outras faculdades (física era muito chato), fazia amizades aleatórias, ia em festas sozinhas e tinha uma mania de nunca ficar junto das pessoas que eu conhecia nas festas, eu sempre saia andando sozinha. na hora do almoço tocava músicas legais na rádio livre e eu ficava deitada na praça ouvindo, e esse era um momento que eu me guardava. eu me guardava vários momentos. algumas aulas de cálculo que eu tirava para escrever. ler na biblioteca da letras. foi de lá que eu peguei alguns livros ótimos que eu nunca tinha lido. e lá não dava pra procurar os livros no computador, era por fichas de papel mesmo, no duro. era tipo um universo paralelo. e aí um dia eu tava matando tempo com um amigo meu e a gente viu uma mariposa saindo do casulo. mas não podia ajudar né, que senão ela morre, ela tem que sair do casulo no tempo dela mesma, ser forte o suficiente pra isso. e aí a gente ficou a tarde inteira vendo ela sair lentamente.
(porque as lembranças são sempre mais românticas na nossa cabeça? lembro que nessa época que eu estudava em campinas eu claramente considerava a pior época da minha vida, e hj em dia eu lembro como uma lembrança gostosa até).
bom, como hoje é meu único dia de folga, já que amanhã tenho reunião novamente, vou fazer o resto que eu quero fazer: ler, escrever, dormir.
acho que gosto de trabalhar, mas me consome.
o problema de trabalhar é conhecer as pessoas muito de perto. desencanta. quero conseguir manter meu trabalho longe e separado dos meus hobbies: como viver se desencantando com um hobbie? não consigo.
ando me sentindo meio assim, em dúvida. sempre qdo acontece alguma coisa, ou eu brigo com alguém, eu fico na dúvida, se eu que errei, se eu fiz algo errado, se eu simplesmente sou cabeça dura. aí eu não sei. tendo a pensar que sempre eu que errei, mas esse é um fardo grande pra se carregar. aí tento ponderar. mas sempre é difícil.
eu gosto do silêncio e da quietude as vezes. gosto daquelas coisas que só eu entendo.
esse post na verdade é sintomático que eu estou sentindo falta de tempo pra mim, estou ciumenta dos outros, porque eu tenho tempo pra todos eles, menos pra mim. não vou viajar esse feriado. vou ficar em são paulo, vou fazer meus exercícios de edição, vou escrever e vou ler.
oi paula, você pode me dar atenção um pouco?
engraçado que em geral as pessoas acham que a gente tá estranho quando a gente tá introspectivo. eu acho que estranho é nunca estar introspectivo.
quaneo eu tinha 15 anos minha mãe disse que eu precisava fazer terapia porque eu era muito introspectiva. e eu era mesmo. mas não acho que isso seja caso de terapia. acho que isso é um pouco de saber lidar consigo mesmo. eu lembro que qdo eu estudava em campinas eu passava os dias passeando sozinha pelo campus, ficava nas bibliotecas de outras faculdades (física era muito chato), fazia amizades aleatórias, ia em festas sozinhas e tinha uma mania de nunca ficar junto das pessoas que eu conhecia nas festas, eu sempre saia andando sozinha. na hora do almoço tocava músicas legais na rádio livre e eu ficava deitada na praça ouvindo, e esse era um momento que eu me guardava. eu me guardava vários momentos. algumas aulas de cálculo que eu tirava para escrever. ler na biblioteca da letras. foi de lá que eu peguei alguns livros ótimos que eu nunca tinha lido. e lá não dava pra procurar os livros no computador, era por fichas de papel mesmo, no duro. era tipo um universo paralelo. e aí um dia eu tava matando tempo com um amigo meu e a gente viu uma mariposa saindo do casulo. mas não podia ajudar né, que senão ela morre, ela tem que sair do casulo no tempo dela mesma, ser forte o suficiente pra isso. e aí a gente ficou a tarde inteira vendo ela sair lentamente.
(porque as lembranças são sempre mais românticas na nossa cabeça? lembro que nessa época que eu estudava em campinas eu claramente considerava a pior época da minha vida, e hj em dia eu lembro como uma lembrança gostosa até).
bom, como hoje é meu único dia de folga, já que amanhã tenho reunião novamente, vou fazer o resto que eu quero fazer: ler, escrever, dormir.
Assinar:
Comentários (Atom)